CARNEIRO, Mário de Sá (1890-1916)

Escritor modernista, fez parte dos fundadores da revista Orpheu. O suicídio cortaria uma vida repleta de potencial em 1916, em Paris. 
Escritor modernista, nascido numa família abastada, viveu entre Paris e Lisboa e cedo se dedicou inteiramente à literatura. Teve uma correspondência intensa, e hoje muito importante, com o seu grande amigo Fernando Pessoa. Fundou com este e outros poetas a emblemática revista do modernismo, Orpheu, financiada por seu pai, marco fundamental na renovação da literatura portuguesa. Na sua obra explorou temas universais como a identidade pessoal, os transtornos de personalidade e a loucura. Sofrendo uma grave crise existencial, acentuada em 1916, suicidou-se num quarto de hotel em Paris. Publicou na sua breve vida o volume de poesia Dispersão, e dois de novelas, A Confissão de Lúcio e Céu em Fogo. Postumamente, saiu o volume de poesias Indícios de Oiro (1937), que enviara a Fernando Pessoa.

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